quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Carnaval 2008 - Segundo dia (03/02/2008)

No domingo, como não havia programação oficial para o carnaval na 203 sul, sabíamos que a rua estaria aberta para o trânsito. Como sempre, saímos da 403 Sul em direção à 203, por volta das 17:00hs, e permanecemos na Galeria Ventoinha de Canudo, na marquise ao lado do Banco do Brasil da 203 Sul. O fim de tarde correu tranquilo e alegre.








Nosso estandarte ficou muito lindo, resultado do talento de nossa Diretora de Arte e do trabalho de nossas próprias mãos. Sem dúvida, um dos nossos grandes orgulhos.


FRENTE DO ESTANDARTE













VERSO DO ESTANDARTE

Graças a Deus, a festa do carnaval não se limita às determinações oficiais. Nosso carnaval pode ser pequeno em termos de quantidade de pessoas, mas é infinitamente grande para todos nós que participamos dele.

Por volta das 21:30, fomos abordados por três oficiais da PM, juntamente com o administrador de Brasília, solicitando que parássemos de tocar. Argumentamos que pararíamos às 22:00 hs, como é nosso costume, mas nossos argumentos foram ignorados. Diante da evidente intimidação, e como a única forma de concordar com um tigre é aceitar que ele nos engula, interrompemos nossa festa cerca de 15 minutos antes do que desejávamos, sem que nossa satisfação fosse diminuída. Fomos embora com a estranha sensação de que, em Brasília, para aqueles homens que, naquele momento, eram representantes do Poder Público, fazer música em uma rua tradicional do carnaval, no carnaval, é séria contravenção. Ainda assim, sabíamos, e continuamos sabendo, que nós estávamos certos, e eles, errados (pelo menos segundo as leis brasileiras, se é que elas vigoram em Brasília).




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